Quinta-feira, Julho 13, 2006

Três chineses mordem cachorro em briga por salário

Pequim, 13 jul (EFE).- Três trabalhadores morderam o cachorro de seu patrão, depois de ele se negar a pagar 7 iuanes (US$ 0,87) a cada um, informou hoje o jornal "Shangai Daily".

Li, o dono do cachorro, é um granjeiro do distrito de Nanhui que se dedica ao cultivo do melão. Ele contratou os três homens por 3,5 iuanes (US$ 0,43) a hora.

A mulher de Li discutiu com os trabalhadores e acusou os três de vagabundear e trabalhar muito devagar. Eles começaram a discutir com ela até que, irritados, decidiram abandonar o serviço.

Antes de ir embora, reivindicaram o pagamento pelas horas trabalhadas, num total de US$ 5,25. O patrão decidiu pagar apenas US$ 4,38, alegando que não "tinham trabalhado duro", e a discussão acabou levando a uma briga.

O cão pastor do granjeiro veio em defesa de seu dono, mordendo os três homens, que reagiram também a mordidas.

Uma patrulha de Polícia chegou e levou ao hospital os três trabalhadores, que tinham perdido claramente a briga com o cachorro, com várias mordidas nas pernas, mãos e estômago.

Terça-feira, Maio 30, 2006

Morre galinha salva por respiração boca-a-boca

Boo Boo, a galinha que foi ressussitada com uma respiração boca-a-boca depois de ser achada boiando no lago da família em fevereiro, morreu recentemente, disse Jackie Calhoun, seu dono.

"Ela teve um ataque", disse Calhoun, morador da cidade de Arkadelphia, no estado de Arkansas, nos Estados Unidos.
Em fevereiro, Calhoun removeu a galinha da água e sua irmã, Marian Morris, assoprou no seu bico, fazendo com que os olhos da galinha se arregalassem. Morris, uma enfermeira aposentada, disse que não usava aquele tipo de procedimento há anos.
A galinha, que era chamada Boo Boo porque se assustava facilmente, pôs três ovos antes de morrer. Até então, Calhoun disse não saber se aquela ave era macho ou fêmea.
"Nós incubamos um dos ovos dela, e ele chocou", disse Calhoun. "O pintinho tem marcas brancas e pretas, como Boo Boo."

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Morre galinha salva por respiração boca-a-boca

Boo Boo, a galinha que foi ressussitada com uma respiração boca-a-boca depois de ser achada boiando no lago da família em fevereiro, morreu recentemente, disse Jackie Calhoun, seu dono.

"Ela teve um ataque", disse Calhoun, morador da cidade de Arkadelphia, no estado de Arkansas, nos Estados Unidos.
Em fevereiro, Calhoun removeu a galinha da água e sua irmã, Marian Morris, assoprou no seu bico, fazendo com que os olhos da galinha se arregalassem. Morris, uma enfermeira aposentada, disse que não usava aquele tipo de procedimento há anos.
A galinha, que era chamada Boo Boo porque se assustava facilmente, pôs três ovos antes de morrer. Até então, Calhoun disse não saber se aquela ave era macho ou fêmea.
"Nós incubamos um dos ovos dela, e ele chocou", disse Calhoun. "O pintinho tem marcas brancas e pretas, como Boo Boo."

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Terça-feira, Maio 23, 2006

Namíbios pedem por feriado para nascimento do bebê "Brangelina

LANGSTRAND, Namíbia (Reuters) - Metade dos namíbios que votaram em uma pesquisa informal de uma estação de rádio acha que o dia em que Angelina Jolie der à luz deveria ser declarado feriado nacional -- uma honra normalmente reservada a reis e heróis nacionais.
"Temos um empate, ficou em 50-50", anunciou, na terça-feira, a DJ da rádio popular local Radio Wave, depois que os ouvintes foram questionados se o bebê "Brangelina" deveria receber a honra. Ela disse que a votação ainda continuava.
Os ídolos de Hollywood Angelina Jolie e Brad Pitt provocaram um frenesi na mídia internacional quando chegaram à Namíbia com seus dois filhos adotados para terem seu primeiro filho.
Mas, enquanto os moradores do país do sul da África até agora não foram incomodados pela visita, a imprensa local está começando a entrar em ação, com o jornal Namib Times especulando que o bebê deve nascer no final de semana ou no começo da semana que vem.
O casal manteve-se quase invisível em seu balneário na praia, na pequena cidade de Langstrand -- que fica na faixa litorânea do deserto --, protegidos por estreita segurança.

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Terça-feira, Abril 11, 2006

Nova Zelândia lança caçada ao coelho na Páscoa

Mais de 500 caçadores acabaram com 21.000 coelhos e lebres durante a caçada do ano passado

WELLINGTON - Recado para o Coelho da Páscoa: não queremos você na Nova Zelândia. Centenas de caçadores perseguirão e matarão milhares de coelhos na Páscoa, como parte de uma série de medidas para reduzir a população dos animais, que não são nativos do país e são vistos como responsáveis pela destruição de plantações e pastagens.
"O símbolo da Páscoa é um vilão", disse Chris Macann, porta-voz do Canterbury Ambiental, um grupo apoiado pelo governo e baseado na Ilha Sul da Nova Zelândia. "É muito difícil passar a mensagem de que, embora esses sejam bichinhos fofos, queremos que morram", disse ele.
Para ajudar nessa meta, mais de 400 atiradores irão para a Ilha Sul neste feriado de Páscoa para a 15ª Grande Caçada ao Coelho da Páscoa.
Mais de 500 caçadores acabaram com 21.000 coelhos e lebres durante a caçada do ano passado, nas colinas da região de Otago Central, disse Dave ramsey, um organizador do evento. A equipe campeã de 2005 eliminou 1.800 coelhos.

Da AP

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Quarta-feira, Fevereiro 22, 2006

Encontrada conta-corrente de Lênin na Suíça

Um ex-coronel do Exército Vermelho, Ivan Tarenko, descobriu recentemente uma conta-corrente em Zurique, na Suíça em nome de Vladimir Ilic Ulianov, mundialmente conhecido como Lênin, 82 anos depois de sua morte. Na época em que foi aberta, a conta continha o correspondente a oito euros, segundo informou a agência Ansa.
Tarenko é um apaixonado pela História, e com a ajuda de um colega suíço do Banco UBS, o maior gestor de fortunas do mundo, pesquisou sobre as posses suíças do fundador da União Soviética.
"Sabemos que ele teve que deixar a Suíça às pressas em 27 de março de 1917, e imaginei que ele não tivesse tido tempo de fechar a conta no banco", disse Tarenko ao jornal Komsomolskaia Pravda. A conta existe, está registrada com o número 611361 e, no momento da partida de Lenin da Suíça, continha 5 francos suíça.
Tarenko logo consultou outros especialistas e, segundo seus cálculos, além de considerarem também as guerras mundiais, Lenin teria hoje o equivalente a 8 euros. No entanto, o saldo atual, com todos os juros acumulados em quase 90 anos, poderá ser comunicado apenas aos descendentes do titular.
No entanto, em Moscou, a neta de Lenin, Olga Ulianova, recusa-se a saber o valor, "não quero nem falar sobre esse assunto", declarou ao jornal Komsomolskaia Pravda.


Redação Terra

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Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

Idosa pensa ter pego gripe aviária após fazer respiração boca-a-bico

Suíte dessa notícia aqui

Uma mulher que fez respiração boca a boca em uma pomba encontrada doente na rua correu alarmada para o hospital de Alicante achando que poderia ter pegado a gripe das aves. A mulher, muito idosa, recolheu na rua uma pomba moribunda e tentou reanimá-la fazendo respiração boca a boca, o que foi inútil para salvar a ave. Como começou a apresentar sintomas de gripe, correu para um hospital onde, por fim, os médicos descataram que fosse gripe das aves. A senhora, conhecida em seu bairro por dar comida a aves e animais abandonados, sofria apenas de uma gripe comum.

Fonte: AFP

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Idosa cobra R$ 3 duodecilhões do Banco do Brasil

Belo Horizonte - Uma costureira aposentada que vive em Juiz de Fora (MG) e ganha salário mínimo luta, na Justiça, por uma indenização astronômica, que supera, e muito, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e pode torná-la a pessoa mais rica do mundo. Eunice Mendes Garcia, de 72 anos, cobra do Banco do Brasil uma cifra superior a R$ 3 duodecilhões. Em números exatos, R$ 3.141.055.064.767.270.000.000.000.000.000.000.000.000,00.
Segundo um escritório de contabilidade contratado por Eunice em 2002, este é o valor atualizado de um pagamento recebido pelo avô dela há quase 80 anos. A aposentada perdeu a disputa judicial contra o banco no fórum local e no Tribunal de Justiça de Minas, mas não desistiu. Esta semana, vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
O valor cobrado por Eunice representa quase 24 quintilhões de vezes o PIB brasileiro, de R$ 1,32 trilhão. A origem de tanto dinheiro é bem mais modesta. Em 1928, o avô da aposentada, o empresário Jeremias Garcia, recebeu alguns milhares de réis, a moeda da época, pela construção de um trecho da ferrovia entre Juiz de Fora e Lima Duarte, na Zona da Mata mineira. O pagamento foi feito pela Estrada de Ferro Central do Brasil, hoje Ferrovia Centro-Atlântica.
Com problemas de saúde, o empresário deu ao filho, Paulo Garcia, uma procuração para que ele movimentasse a conta corrente no Banco do Brasil. No ano seguinte, Paulo Garcia, pai de Eunice, zerou a conta.
O advogado da aposentada, Carlos de Oliveira Barros, se prende a um detalhe para reclamar a indenização. Segundo ele, a procuração não dava a Paulo Garcia direito de fazer retiradas, mas apenas de executar pagamentos em nome do empresário. Barros afirma que o Banco do Brasil não poderia permitir que a conta fosse zerada.
Não foi o que o Tribunal de Justiça de Minas entendeu. Para os desembargadores que analisaram o processo, o documento dava ao pai de Eunice poderes para movimentar livremente o dinheiro. Eunice recebeu o espólio da avó e, por isso, acredita ter direito aos valores.


Casa aconchegante


A perspectiva de tornar-se a pessoa mais rica do mundo parece não mexer com a imaginação da aposentada. "Se eu ganhar a indenização, a primeira coisa que vou fazer é comprar uma casa própria. Não precisa ser luxuosa, basta ser aconchegante", diz Eunice, que vive com uma aposentadoria de R$ 300 e paga aluguel de R$ 250. Para se manter, ela faz bicos como costureira.
Com o dinheiro, a aposentada pensa também em viajar por toda Minas Gerais e em "ajudar as pessoas". Viagens para o exterior não estão em seus planos. Cabe aos juízes do STJ decidir se os sonhos de Eunice vão virar realidade.



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Sábado, Fevereiro 11, 2006

Cozinheiro corta rabo de cavalo para fazer peruca

O cozinheiro de um hotel-fazenda em Friburgo (RJ) Eduardo Henrique Pereira da Silva, 52 anos, conhecido como Malu, decepou o rabo de um cavalo de raça para fazer uma peruca para desfilar no carnaval. O animal, um campolina, é avaliado em R$ 50 mil. Denunciado por outros funcionários, foi autuado na 151ª DP (Nova Friburgo) por maus-tratos contra animais e pode pegar até um ano de cadeia.
Os administradores e o cavalariço logo perceberam a mudança no animal. Sem os pêlos garbosos, o cavalo, que é admirado por seu estilo de grande porte, forte e marchador, estava amuado e começava a definhar.
Apontado pelos colegas que ouviram seus planos para o carnaval, Malu chegou a negar, mas o adereço foi encontrado na cabeceira de sua cama. Diante dos policiais, chegou a demonstrar como lhe cairiam bem os apliques feitos do rabo do animal.
Indignados com a crueldade contra o cavalo, os donos do hotel demitiram o cozinheiro por justa causa. Na delegacia, conforme registro de ocorrência 682/06, ele foi enquadrado na lei 9.605/98, artigo 32, que pune com detenção de três meses a um ano quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais.

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Colaboração do Du